
quinta-feira, 31 de maio de 2007
Minha Festa!

quarta-feira, 30 de maio de 2007
Não pensa que eu fui por não te amar.
Frio...
Doe calor.
Depois de caminhar pelo centro da cidade degustando alguns discos que ganhei, quase congelando, vi muitas pessoas pelas ruas, muitas pessoas passando frio, morrendo por isso.Lembrei que tinha um bucado de coisas em casa, roupas que foram especiais em algum momento para mim, mas que resolvi ser mais especial ainda pra muitas outras.
Este é o lance, todo mundo precisa de calor, seja este calor de roupas, cobertores, ou de pessoas ou de sentimentos.
A música pode ser uma forma de transmissão de calor.
Ou seja doe calor, de uma forma ou de outra!
terça-feira, 29 de maio de 2007
I´m Thankfull Too.

quinta-feira, 24 de maio de 2007
Innervisions.
Songs in the Key of Life.

Acordei mega cedo e fui andar nas ruas e no parque aqui perto, já que a azia estava me matando, e uma vez ouvi dizer que ficar deitado "só piora".
Bora lá andar, uma manhã muito bonita e extremamente fria, só quem precisava estava nas ruas, descolei este discaço no Ipobre, e fui rodar.
Descobri que esta é mais uma atitude de velho, andar de manhã com muito frio, deve fazer bem, porque havia vários corajosos no parque, o que deixou minha caminhada mais interessante...
Ao chegar no parque pude ouvir com mais calma este clássico do Stevie Wonder, não tem o que falar do mestre, ou melhor, tem muito, concerteza a voz dele é uma das minha prediletas, neste disco está em perfeita harmonia com os intrumentos, outro ponto forte.
O disco é recheado de clássicos, mas todas as faixas sem exceção são destaques, dei atenção as mais "baladas" o que tem me ajudado muito na hora de criar baterias para as músicas mais calmas da Capitão.
Se quiser caminhar, ou viajar muito aperte o play pra este disco, concerteza ele te leva a lugares inesperados.
Voltei pra casa com milhões de idéias na cabeça roxa. Uma mistura de Jimmy Rabbitte com Earl Hickey.
quarta-feira, 23 de maio de 2007
Pois é...

Deixa assim como está sereno
Pois é de Deus
Tudo aquilo que não se pode ver
E ao amanhã a gente não diz
E ao coração que teima em bater
Avisa que é de se entregar o viver
Pois é, até
Onde o destino não previu
Sei mas atrás vou até onde eu consegui
Deixa o amanhã e a gente sorri
Que o coração já quer descansar
Clareia minha vida, amor, no olhar
Sorte no Jogo e na Música.
Isso é bom?
Não sei, queria que fosse diferente, mas, ao menos sei que não posso mais ficar imaginando coisas.
Escrever letras, compor, realmente precisa de uma mente criativa, não posso negar, mas ela foi muito longe com o que eu sentia por você.
Ela criou tudo isso, e agora ela vai ter que apagar, já escrevi, senti, falei, tudo que poderia sobre você, em vão.
Simplesmente porque era algo que eu criei.
Foi bacana porque me fez criativo, fiz letras, fotografias, músicas.
Seria bacana conquistar você.
Mas hoje foi bacana porque na minha bebedeira ouvindo tantas músicas, percebi que não sou o único, ao passar por isso, ao sentir isso, tantas músicas com a mesma temática.
De Chico Buarque a Eddie Vedder, passando por Tim Maia, Cassiano, lado a lado com Jorge Ben, um pouco etílico como Dave Matthews, um pouco solitário como Devendra, um pouco útopista como Lenine....
Mas assim como todos que escrevem, todos que manifestam em música seus sentimentos por alguma " musa " utópica, é bacana saber que a Capitão está bem servida...
Até porque estou muito bem acompanhado...
Elvis, Chuck Berry, Seu Jorge, Beatles, Jeff Buckley, Bebeto, Zappa, Toy Dolls, John Abercrombie, Rolling Stones, Harry Connick Jr, Loreena Mc Kennit, Destiny´s Child, Beach Boys, Squirrel Nut Zippers, The Doors, Neil Sedaka, Jorge Ben, Kaiser Chiefs, Toquinho, Los Hermanos...
Alias, todos eles tem algo em comum comigo...
Alias, eu ouvi todas as versões das músicas que falavam no seu nome...
Quarta Vinho, Futebol e DVD.

Mais uma quarta clássica, espero que essa termine feliz como as outras, no quesito futebol é claro...
Agora as quartas começam mais cedo, mais garrafas, e um DVD pra estudar música antes do futebol de sempre.
Não poderia ser outro DVD que este do Dave Matthews Band, " Listener Supported ", de 2000.
Este DVD tem a música perfeita pra esta noite, " Crush ",
terça-feira, 22 de maio de 2007
Alias...

Música sem fim do dia: " I Miss You ", Incubus
Durante a noite esta música não parou de tocar por aqui. Alias as treze versões que eu baixei.
Mas poderiam ser várias outras, muitas músicas fazem sentido agora, mas sentido é o que menos eu vejo nas coisas.
Música é assim, e as músicas funcionam agora. Mesmo a contra gosto.
Alias entender seria a melhor coisa.
Não entendo, to perdido.
Bom nem sei se é comigo também. Pode ser uma baita pretensão. Acho que é na verdade...
Não sei de nada na verdade, apenas coicidência?
Será?
Mas se for, papelão é comigo mesmo (...)
Fiquei ouvindo esta música a noite toda, tentando entender.
Tentando entender a bateria em momentos que não queria pensar que poderia, e estaria sendo completamente idiota novamente.
A bateria é complexa, mas deu pra entender logo, e o resto?
Queria entender.
Queria poder resolver, ao menos para mim, já que tenho certeza que é algo que criei na minha cabeça roxa.
Cabeça roxa que provavelmente tá criando coisas esta noite também.
Mas como bem disse a música:
"...Você faz algo comigo que eu não consigo explicar
Então seria eu inconveniente se eu dissesse que eu sinto sua falta? "
Várias Interpretações.Uma Só Intenção.
Questionado por uma amiga sobre a letra de uma música da Capitão Sete, fiquei pensando como as letras das músicas tem várias interpretações, cada pessoa pode criar a sua, ver a música de várias maneiras.
No caso da música da Capitão, uma música que aliás não tocamos mais, chamada " Até o Final ". Ao me questionar sobre qual "assunto" a letra falava, me disse ter certeza que eu havia escrito pensando em um assunto.
Passou longe, e isso me fez pensar em como muitas vezes as atitudes, as palavras não são compreendidas como deveriam, não por culpa do locutor, ou por culpa de quem ouve. Apenas por uma falta de comunicação mais efetiva.
Mas a música tem a função de deixar no ar, ou melhor, nas cabeças, várias perguntas, várias interpretações .
Pra quem já ouviu, vai ouvir, as música da Capitão eu espero muito que estas perguntas fiquem no ar.
Agora na vida seria muito mais legal se as minhas intenções e as palavras , fossem interpretadas da maneira que elas saem, juro que seria melhor.
Até porque a intenção, assim como ao escrever uma letra, é a melhor possível.
Pode acreditar.
segunda-feira, 21 de maio de 2007
Compor é concerteza um dos momentos mais bacanas pra quem é músico, é a hora de botar pra fora todo o vocabulário musical necessário pra uma canção ficar como desejada.Hora que naturalmente, ao menos para mim, as influências aparecem. E compondo a cozinha de uma música da Capitão esta semana, ouvi um baixo que foi criado pelo multifacetado Rick, e ao ouvir, não sei por que me lembrou alguma coisa do Rage Against The Machine, lembrou alguma música dos caras.
Corri pra buscar nos discos a tal música que tinha um baixo parecido. Ouvi tudo, todos e nada.
Compor é assim, as referências de tudo que você ouve durante a vida são guardadas, e são colocadas pra fora sem serem percebidas.
Você acaba criando algo novo a partir de tudo que te influência, de tudo que você já ouviu.
Acho que é assim em tudo, tudo que você ouve, faz, sente, nas horas mais legais da vida elas aparecem de uma forma ou de outra...
Por isso o grande lance é fazer, sentir, ouvir, ler, tocar, fotografar, ver, ou seja apertar o play pras coisas boas.
quinta-feira, 17 de maio de 2007
quarta-feira, 16 de maio de 2007
Candy.

Hoje por sorte depois de uma noite agitada, com direito a partida de tênis noturna , fui contemplado com John Candy na TV.
John Candy é foda. Faz falta.Várias vezes me vejo em situações como as que Candy passava.
domingo, 13 de maio de 2007
Vício Justificado.

http://www.sneakersbr.com.br/headsbr.php
Música Sem Fim.

Após último ensaio, onde o final de uma música da Capitão gerou bastante conversa, começei a prestar atenção em finais de músicas, as últimas notas, acordes, alguns finais apoteóticos cheio de convenções, dando a impressão que não querem acabar.
E isso serve para outras coisas. Quando se acaba uma música, não simplesmente começa-se outra e abandona-se a anterior.
Por mim as músicas não teriam fim, mas também o botão repeat perderia sua utilidade.
Música sem fim do dia: " Bee Girl " do Pearl Jam.
quarta-feira, 9 de maio de 2007
Vício e Ironia.

Há dias este disco fazia parte da trilha das minhas voltas no final da tarde em Curitiba. Nunca havia dado a atenção merecida a ele. Mas agora ele reapareceu em boa hora. A voz do Mike Patton soa como uma dose extra de ironia e raiva, por mais que a temática da música não seja esta. Ainda mais neste projeto mais "acessível " que naturalmente lembra Mr.Bungle e algumas coisas do Faith No More. E ironia é necessário e as vezes faz muito bem. Bem como este disco fez, e faz sempre que aperto o play.
E em apertar o play surgiu um "problema", não consegui durante muito tempo mudar pra faixa #2, a música de abertura " Five Seconds " com Odd Nosdam é viciante. Quando superado o vício é fácil descobrir que o resto do disco é muito foda, todas as faixas com participações, entre elas Bebel Gilberto na faixa " Caipirinha ".Rahzel, Massive Attack e Norah Jones também aparecem no disco.
Deixei o disco rolando durante todo o começo da noite e durante um muito divertido jogo de futebol na TV, acompanhado de uma garrafa de vinho presenteada por um amigo, o disco foi claramente cumprindo a sua função de trilha para uma noite bem classe.
O "Peeping Tom" foi direto pro " Ipobre " e resolvi andar pelas rua do centro da cidade em um dia frio e chuvoso típico e bacana de Curitiba, e só consegui parar de andar a hora que a bateria acabou, as músicas grudaram na cabeça, uma caminhada curiosa com uma trilha idem.
Tem dias que a única mulher que fala com você é a menina que tenta empurrar cartões da C&A, mas tem outros dias que as pessoas estão com a simpatia acima da média e isso é bem bacana, hoje foi um dia destes, muita simpatia pelas ruas da capital.
Com uma tarde agradavél e uma trilha supimpa, o disco acabou virando um vício complicado de resolver. Resolvi nem tentar.
Aperte o play já neste disco, perfeitos para vários momentos, aperte e escolha o seu.
terça-feira, 8 de maio de 2007
Música Para Bons Momentos.

Em uma noite onde recebi vários discos de presente, o primeiro que coloquei pra rodar foi o do Money Mark "Brand New by Tomorrow" unicamente pela capa chamativa e pelo nome sugestivo. Mark Ramos-Nishita é tecladista dos Beastie Boys, e confesso que não conhecia o trabalho solo dele. Apertei o play na boa sem pretensões.
Um disco com levada Folk com cheiro de Beatles o que para mim seria algo como um prato com beringela, não saio de casa atrás, mas se aparece na frente desgutamos sem problemas. E o disco desce bem, timbres interessantes como não poderia deixar de ser, clima calmo, bom para ouvir jogando video-game, ou em uma rede numa praia movimentada. Aliás uma boa para este disco é se sua (o) namorada (o) não tira os discos do Jack Johnson da vitrola, coloca este sem ela (e) perceber.Talvez agrade até porque o bom moço surfista dá as caras nesta bolacha, o que deixa o clima mais cru ainda.
Aperte o play tranquilo não vai mudar a vida de ninguém, mas pode ser trilha pra bons momentos.
Música Ligeira.
Após tentar evitar todo o Hype, desisti e este disco me veio as mãos por uma amiga, após noites de discussão sobre o talento da excelente Juliette.Em tempos de " Romance-Zero" como definimos nossa semelhante fase pessoal, um pouco de " música ligeira", e despretenciosa cai muito bem.
O disco é bem bacana, nada de inovador, mas é sempre interessante ouvir as baterias do Dave Grohl, e a Juliette Lewis canta bem. Em um disco curto, 10 faixas, pouco mais de 30 minutos, faz com que a tecla repeat seja acionada sem traumas.
As três primeiras faixas do album, "Smash and Grab", " Hot Kiss " e "Sticky Honey ", e a interessante " Bullshit King " são os destaques pra mim.
Esqueça o Hype, aperte o play e se puder ouça em movimento.
domingo, 6 de maio de 2007
Música Para Lua Azul!

Algumas séries de Tv são bacanas, várias além das histórias interessantes tem trilhas bem convenientes. Hoje numas destas séries tinha no seu final a música "Blue Moon" composta por Lorenz Hart e Richard Rodgers, e que recebeu muitas versões durante os anos, está música é emblemática.
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Música de 12 em 12 anos.
Música boa não tem data, ao contrário de tanta coisa datada que surge por aí, alguns discos podem ser revistos depois de anos e ainda mantém um ar de novidade e atualidade.Sem querer numa tarde de trabalho colocaram este disco,"Jagged Little Pill " da Alanis Morissette pra tocar. Não ouvia há tempos, e foi só colocar pra rodar que todas as lembranças e sensações de um distante 1995 foi ressurgindo.Lembro me de quando descolei este disco, totalmente sem querer e sem saber quem era esta canadense de voz diferente.Um amigo dono de loja de discos me mostrou um cd que havia importado meio forçado, não sabia quem era a cantora, nem do que se tratava resolveu me mostrar, e na hora a segunda música " You Oughta Know " me chamou a atenção. Comprei o disco por um preço de banana, ná época um disco importado custava semanas de trabalhos forçados, ou até mesmo muitas caminhadas pra trocar os "vale-transporte" por discos.
O disco ficou por semanas no repeat, trabalhei como divulgador voluntário da canadense mostrando pra todo mundo.Principalmente as meninas já que meus amigos vestidos de preto da época ainda nao entenderiam o som.
Nunca mais apertei o play neste disco, mas ao ouvir novamente voltei imediatamente a 1995. A música cumpre bem esta função de máquina do tempo.
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